No dia 18 de agosto de 2026, foi publicado um artigo que aborda a evolução da compreensão da igreja e seu papel no plano divino de resgatar a criação por meio de Jesus Cristo. O texto destaca a necessidade de revisitar o discipulado e a missão de Deus, conhecida como missio Dei.
Histórico da Igreja e suas Transformações
O artigo menciona que, ao longo da história da igreja, houve mudanças significativas na percepção de seu papel, especialmente após a institucionalização como religião oficial do Império Romano. Neil Cole caracteriza esse período como Igreja 2.0, que ainda persiste, e propõe a necessidade de retornar à Igreja 1.0, do período neotestamentário, para alcançar o que ele denomina Igreja 3.0, ou uma igreja em uma perspectiva orgânica.
A Crise Contemporânea da Igreja
Segundo o texto, a crise de relevância da igreja no Ocidente não é, em sua essência, um problema de métodos ou engajamento tecnológico, mas sim uma crise de design no processo de formação de discípulos. O artigo sugere que é necessário revisitar o papel e a natureza da igreja diante do plano divino de resgatar toda criação e criatura, conforme Efésios 1.
Paradigmas do Discipulado
O debate atual requer uma demarcação clara entre dois paradigmas: o discipulado fundamentado na igreja como uma instituição autocentrada e aquele ancorado na missio Dei, que pode ser entendido como uma visão missional. A compreensão adequada dessas matrizes pode alterar não apenas a rotina das comunidades, mas também o impacto do Evangelho na cultura e na vida pública.
A crise contemporânea não é um problema de falta de métodos, mas uma crise de design no discipulado.
Movimento da Igreja
O artigo conclui que a igreja deve se mover de uma trajetória centrípeta para uma centrífuga, alinhando-se com a Grande História de Deus, que é a metanarrativa divina descrita nas Escrituras Sagradas. No Novo Testamento, essa narrativa é igualada pelas quatro narrativas da Grande Comissão, que podem ser rastreadas desde o proto Evangelho, ou primeiro Evangelho, em Gênesis 3:15.



