Neste sábado, 1º de agosto de 2026, o Movimento Advogados de Direita Brasil divulgou uma nota de repúdio contra uma declaração feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A fala, que afirmava que “criminalista defende bandido”, gerou indignação entre os advogados, que pedem uma retratação pública.
O que aconteceu
A declaração do presidente Lula foi feita em um contexto que, segundo o movimento, desqualifica uma categoria profissional que conta com aproximadamente 1,5 milhão de advogados inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O Movimento Advogados de Direita Brasil considera a afirmação “grave, injusta e especialmente incompatível com a responsabilidade institucional” que vem com a Presidência da República.
Reações da advocacia
Em sua nota, o movimento destacou a importância da advocacia criminal na garantia do contraditório, da ampla defesa e do devido processo legal. Eles enfatizaram que a criminalização moral dos advogados que atuam na defesa de réus é uma afronta à justiça e aos princípios que regem o Estado de Direito.
“A declaração desqualifica uma categoria com cerca de 1,5 milhão de advogados inscritos na OAB.”
Impacto sobre a liberdade religiosa e a defesa de direitos
Essa situação levanta questões importantes sobre a liberdade de expressão e a defesa de direitos fundamentais no Brasil. A advocacia, especialmente a criminal, desempenha um papel crucial na proteção dos direitos dos cidadãos, incluindo os que estão em situações vulneráveis. O movimento argumenta que a fala de Lula pode desencorajar a atuação de advogados e prejudicar a defesa de pessoas que, muitas vezes, são alvo de injustiças.
O que esperar
O Movimento Advogados de Direita Brasil aguarda uma resposta do presidente, na forma de uma retratação pública, que reconheça a importância da advocacia e o papel fundamental que os advogados desempenham na sociedade. A expectativa é que essa situação leve a um diálogo mais respeitoso e construtivo entre a liderança do país e os profissionais do direito.



