UE prepara lei para proteger crianças online e pode limitar acesso de menores às redes sociais


“Privação de sono, depressão, ansiedade, automutilação, comportamentos viciantes, cyberbullying, manipulação sexual, exploração, suicídio: os riscos estão se multiplicando rapidamente”, enfatizou von der Leyen. Segundo ela, esses danos não são acidentais, “mas o resultado de modelos de negócios que tratam a atenção de nossas crianças como uma mercadoria”.



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