Pastora LGBT quer ‘arrancar páginas’ do Novo Testamento


Uma pastora titular da Igreja Unida de Cristo Cidade de Refúgio (UCC) afirmou que o Novo Testamento não é a Palavra de Deus. A declaração foi feita durante uma palestra e repercutiu nas redes sociais.

Yvette Flunder é adepta de uma série de vertentes teológicas que compõem a frente de atuação do progressismo no meio evangélico. Homossexual, vive com outra mulher e se declara feminista defensora das teologias negra, da libertação e inclusiva. Em relação a esta última, atua como presidente da Comunidade dos Ministérios Afirmativos.

Considerada uma das porta-vozes do movimento de teologia liberal, ela declarou recentemente em uma palestra no Centro de Teologia Pública e Políticas Públicas que os dois testamentos que compõem a Bíblia são “problemáticos”.

“Há algo muito perigoso que vou dizer agora… um pouco perigoso. Sou da opinião de que precisamos de um Terceiro Testamento, porque a Bíblia se tornou problemática”, disse Yvette.

Citando textos das cartas do apóstolo Paulo aos Efésios e Coríntios, ignorando o contexto, argumentou que a Bíblia não atende aos parâmetros de vida modernos: “‘Escravos, obedeçam a seus senhores como ao Senhor’. É um texto. ‘Que as mulheres se calem nas igrejas e, se tiverem alguma dúvida, que a perguntem a seus maridos em casa’”.

“Agora, sou crente, confio em Deus de todo o meu coração, acordo de manhã falando com Deus e Deus falando comigo. Mas estou completamente frustrada com a forma como o texto se dirige ao tipo de Deus rancoroso que cria esse tipo de coisa”, opinou a pastora progressista.

Em seguida, Yvette defendeu algo semelhante à proposta de Ed René Kivitz, que anos atrás pregou a “atualização” da Bíblia. Porém, a pastora foi mais incisiva: “As pessoas dizem: ‘Bem, está no livro’. E eu digo: então precisamos arrancar essa página. E eles dizem: ‘Bem, você não pode fazer isso. É a Palavra de Deus”. Eu digo ‘Não, são palavras sobre Deus. Ora essa. Mas será que é a Palavra de Deus? Não. Não é a Palavra de Deus”.

No X, o perfil de apologia católica Bruxão Petersoniano usou o episódio para estender as críticas à influência generalizada do progressismo nos diferentes segmentos cristãos: “Sempre que eu vejo alguém se gabando do ‘conservadorismo’ do evangélico/protestante (nessa hora eles são uma coisa só, mas tudo bem) brasileiro, eu lembro de como o mercado americano, mais antigo e com oferta mais variada, pode igualmente oferecer bizarrices ‘progressistas’ como as dos padres esquerdistas brasileiros/latinos (com a ressalva de que nem eles ousam defender sacerdócio feminino, quanto mais o cargo de ‘bispa’)”.





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