Nos anos seguintes, esses indicadores se deterioraram. Até o terceiro trimestre do ano fiscal de 2025/2026, o prejuízo acumulado chegou a R$ 15,6 bilhões, influenciado por uma provisão não caixa de R$ 11 bilhões. No mesmo período, a dívida líquida alcançou R$ 55,322 bilhões e a alavancagem subiu para 5,3 vezes o Ebitda.



